Prowna

Como funciona

Quatro passos, e só se paga no último.

Não há fase de levantamento, nem briefing para preencher, nem sinal. A ordem é deliberadamente o contrário da habitual.

01

Você pede

Ou nos manda o endereço do site que já tem, ou responde a algumas perguntas sobre o que faz e onde. É esse o briefing todo. Não precisamos de painel de inspiração, nem de ficheiro do logótipo, nem de uma hora da sua tarde.

Quatro minutos

02

Construímos tudo

Não é uma maqueta nem uma página inicial. Cada serviço tem a sua página, cada concelho onde vai tem a sua, os textos são escritos, as suas fotografias colocadas, e entra uma ferramenta à medida do seu ofício. É um site a funcionar, num link, não uma imagem de um site.

Dias, não meses

03

Você desmonta-o

Recebe o link e percorre-o, no telemóvel, na obra, com quem quiser. Depois manda a lista. As frases, as cores, as fotografias, o logótipo, uma secção a acrescentar, uma a tirar. Sem limite e sem custo — e tudo isso antes de existir um único euro.

Tantas voltas quantas quiser

04

Fica com ele, ou vai-se embora

Se o quiser, apontamo-lo ao seu próprio domínio, fica online, e a partir desse dia é faturado. Se não, basta dizer e a construção sai no mesmo dia. Sem fatura e sem insistências.

A decisão é sua, de qualquer forma

Porque construímos primeiro

Já trabalha assim. Desloca-se, vê o trabalho no local e escreve o orçamento antes de alguém lhe dever seja o que for, aceitando que algumas dessas deslocações não dão em nada. Esta é a mesma aposta, um tamanho acima: um site acabado responde às perguntas que uma proposta só pode prometer responder.

O risco fica do nosso lado, não do seu. Nós pomos os dias; do seu lado são quatro minutos e um olhar. Se o site não for suficientemente bom para se vender sozinho, não merecemos o dinheiro — e descobri-lo não lhe custa nada.

O que precisamos de si

Quase nada, e nada com pressa. Se não tiver nada do que se segue à mão, construímos a partir do que já é público e perguntamos depois.

  • Os concelhos ou distritos onde se desloca mesmo.
  • Os serviços que vende, com as suas próprias palavras.
  • Fotografias das suas obras, se tiver. Chegam fotografias de telemóvel.
  • O seu horário e o número pelo qual quer ser contactado.
  • O seu logótipo, se existir. Se não, compomos o seu nome como deve ser, e chega.

O que não precisamos

  • Uma reunião. Não há nenhuma chamada para marcar.
  • Um briefing, um painel de inspiração ou uma lista de sites de que gosta.
  • Um sinal, um cartão ou uma assinatura.
  • Os seus acessos de alojamento — até ao dia em que decidir ficar online.
  • Textos escritos por si. Escrevê-los é o nosso trabalho.

Mande o pedido. Veja o que aparece.

Fica com um site acabado à frente e sem nada preso a ele.